Desempenho da APS brasileira e inglesa durante a pandemia de covid-19: uma revisão de escopo
Palabras clave:
Pandemia COVID-19, Atenção Primária à Saúde, Sistemas de Saúde, Sistema Único de Saúde, Serviço Nacional de Saúde BritânicoResumen
Este estudo teve como objetivo mapear as evidências disponíveis sobre o desempenho da Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS), em comparação com o National Health Service (NHS) da Inglaterra, com foco no processo de trabalho durante a pandemia de covid-19, bem como identificar lacunas de conhecimento. Realizou-se uma revisão de escopo, baseada na metodologia JBI, com buscas nas bases PubMed, Lilacs, Scopus, Cinahl, Embase e Web of Science, em junho de 2024. Foram incluídos estudos em português, inglês e espanhol, segundo a estratégia PCC (População, Conceito e Contexto). A seleção foi conduzida por três revisores, com apoio dos softwares EndNote e Rayyan. Ao todo, 34 estudos foram analisados. Os achados indicam que a pandemia afetou significativamente o processo de trabalho da APS. Em ambos os sistemas, priorizou-se o atendimento a sintomáticos respiratórios, reduzindo atividades rotineiras e descaracterizando atributos da APS. No NHS, destacaram-se a centralidade dos médicos generalistas, ampliação da Telessaúde e maior capacidade estrutural; no SUS, atuação multiprofissional, limitada por fragilidades tecnológicas e falta de coordenação nacional. Identificou-se, ainda, ausência de estudos sobre Internações por Condições Sensíveis à APS e financiamento, indicando necessidade de investigações futuras que aprofundem efeitos da pandemia em perspectiva comparada.
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