Análise epidemiológica da mortalidade por câncer do colo do útero no estado do Paraná

Autores

  • Jacqueline Plewka Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas (CCMF), Laboratório de Bioquímica Molecular (LaBioqMol) e Laboratório de Monitoramento Externo da Qualidade (Labmeq) – Cascavel (PR), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8480-5153
  • Maurício Turkiewicz Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas (CCMF), Laboratório de Bioquímica Molecular (LaBioqMol) e Laboratório de Monitoramento Externo da Qualidade (Labmeq) – Cascavel (PR), Brasil.s (CCMF), Laboratório de Bioquímica Molecular (LaBioqMol) e Laboratório de Monitoramento Externo da Qualidade (Labmeq) – Cascavel (PR), Brasil.
  • Rejane Cristina Teixeira Tabuti Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) – Curitiba (PR), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0003-1793
  • Maria Vilma Sopchuk 10ª Regional de Saúde (10ª RS) – Cascavel (PR), Brasil.
  • Ana Tereza Bittencourt Guimarães Faculdades Pequeno Príncipe (FPP) – Curitiba (PR), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3633-6484
  • Carlos Eduardo Queiroz Lima Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Recife (PE), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8271-8646
  • Rita de Cássia Garcia Simão Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) – Cascavel (PR), Brasil.

Palavras-chave:

Neoplasias do colo do útero, Sistema Único de Saúde, Registros de mortalidade

Resumo

No Brasil, o câncer do colo do útero é a quarta maior causa de óbitos femininos. Este estudo objetivou analisar os dados epidemiológicos e geográficos dos óbitos por câncer do colo do útero em mulheres, em uma investigação ecológica de séries temporais (2014-2023), a partir dos registros do sistema de informação sobre mortalidade do estado do Paraná, disponibilizados pela gestão estadual. Foram analisadas as variáveis sociodemográficas dessas mulheres, as taxas de mortalidade por residência e por ocorrência do óbito, com projeção até 2030, e os anos de vida potencialmente perdidos. Em 3.508 óbitos, a maioria das mulheres era branca, com baixa escolaridade e atuante em serviços de reparação e manutenção, com as maiores taxas de mortalidade entre mulheres acima de 65 anos, com uma média de 14,41 anos de vidas perdidos. As maiores taxas de mortalidade segundo o local de ocorrência foram registradas na 10ª Região de Saúde e, por residência, na 9ª. A projeção temporal indicou uma tendência de aumento da mortalidade em 27,69% até 2030. Esses dados fornecem subsídios importantes para o desenvolvimento de estratégias que possam atender às demandas do Paraná e contribuir para a redução da mortalidade desse tipo de câncer.

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Publicado

2026-03-17

Como Citar

1.
Plewka J, Turkiewicz M, Teixeira Tabuti RC, Sopchuk MV, Bittencourt Guimarães AT, Queiroz Lima CE, et al. Análise epidemiológica da mortalidade por câncer do colo do útero no estado do Paraná. Saúde Debate [Internet]. 17º de março de 2026 [citado 17º de abril de 2026];50(148). Disponível em: https://saudeemdebate.org.br/sed/article/view/10588

Edição

Seção

Artigo Original

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito