Síndrome da fragilidade e fatores associados em idosos residentes em instituições de longa permanência

Autores

  • Elisa Moura de Albuquerque Melo Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva – Recife (PE), Brasil. elisamouramelo@gmail.com
  • Ana Paula de Oliveira Marques Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva e Departamento de Medicina Social – Recife (PE), Brasil. marquesap@hotmail.com
  • Márcia Carrera Campos Leal Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva e Departamento de Medicina Social – Recife (PE), Brasil. marciacarrera@hotmail.com
  • Hugo Moura de Albuquerque Melo Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Núcleo de Ciências da Vida, Curso de Medicina – Caruaru (PE), Brasil. hugomouramelo@gmail.com

Palavras-chave:

Idoso. Instituição de longa permanência para idosos. Idoso fragilizado. Saúde do idoso institucionalizado.

Resumo

Estudo descritivo em instituições de longa permanência para investigar a prevalência de fragilidade e de fatores associados em idosos institucionalizados e sua associação com
variáveis sociodemográficas e condições de saúde. Foram investigados 214 idosos, a maioria do sexo feminino (69,6%), estado civil solteiro (53,7%), escolaridade de um ano (54,4%) e
renda de até um salário mínimo (73,4%). Quanto à cognição, 79,4% foram reprovados por erros significativos. A síndrome de fragilidade foi identificada em 70,1% dos idosos. Todos os fatores incluídos na escala de fragilidade alcançaram significância estatística. Na análise multivariada, os fatores que mais contribuem para a fragilidade são: cognição, independência funcional, autoavaliação de saúde, frequência de suporte social, percepção de perda de peso e depressão.

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Publicado

2018-07-17

Como Citar

1.
Melo EM de A, Marques AP de O, Leal MCC, Melo HM de A. Síndrome da fragilidade e fatores associados em idosos residentes em instituições de longa permanência. Saúde debate [Internet]. 17º de julho de 2018 [citado 7º de dezembro de 2021];42(117 abr-jun):468-80. Disponível em: https://saudeemdebate.org.br/sed/article/view/1065

Edição

Seção

Artigo Original